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sexta-feira, 18 de maio de 2012

ENCONTRO 01 - GESTÃO DE IDEIAS

Dia 16 de maio de 2012.

O primeiro encontro do DESIGN-SE foi surpreendente. Um grupo muito concentrado e ávido para colocar a mão na massa  e construir um processo sólido em busca de um produto inovador.


Contamos com a presença do Designer e Professor da Universidade Veiga de Almeida Antônio Roberto Barreto Antunes que deu início a essa empreitada falando sobre GESTÃO DE IDEIAS.



Sua fala começou nos fazendo refletir sobre a questão do olhar.
Onde está o nosso olhar?
Por onde vemos?
Como vemos?

As respostas vinham e novas questões iam aparecendo. Uma reflexão necessária para dar início à gestão de tantas ideias que vagavam pela nossa mente.

Pergunta: O que nos faz ver?
Resposta: O Olho.
Pergunta: O Olho?
Resposta: O ponto de vista.
Pergunta: O ponto de vista?
Resposta: Não sei...

O lugar do não saber... é aí que começa de fato nosso trabalho. No lugar que ninguém sabe e é aí que mora nosso desejo.
Como já dizia Paola Antonelli, curadora de arquitetura e design do MOMA (Museu de Arte Moderna de Nova York): “O design dá ao mundo algo que ele não sabia que sentia falta”.
O fato de não saber o que vamos fazer é o material mais rico que temos nesse momento porque nos abre possibilidades, nos permite ousar, nos tirando do lugar comum para nos colocar de frente com o novo, com a própria produção de novidade.
Potencializamos essas possibilidades pensando que cada grupo de trabalho tem em média 12 a 15 participantes e que cada tem seu 'não sei'.
Diante de tal enígma para começar foi proposta uma atividade de construção de um personagem para que ele represente o grupo diante do desafio. Através dessa construção, deixamos de nos colocar pessoalmente e passamos a nos colocar em grupo através do personagem que nos representa.

Criando o personagem
Primeira Etapa
Sexo:
Idade:
Hábito:
Metas:
Estrutura Familiar:
Padrão Econômico:
Estilo de vida:
Modo de vestir:
Valor moral:
Suposto retrato:
Segunda Etapa
Quais são os seus prazeres
Prazeres fisiológicos (corpo, percepção sensorial):
Prazeres sociais (tratamento com pessoas próximas, status sócio econômico, status cultural, fatores inclusivos):
Prazeres psicológicos (necessidades emocionais):
Prazeres ideológicos (valores morais, nacionalidade e crença):

Personagem construído (ou não) foi a hora de dar voz a ele. Depois de uma extensa dinâmica chegamos apenas 3 palavras que o representava.

Próximos posts vamos apresentar a vcs cada personagem criado. Aguardem!









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