O primeiro encontro do DESIGN-SE foi surpreendente. Um grupo muito concentrado e ávido para colocar a mão na massa e construir um processo sólido em busca de um produto inovador.
Contamos com a presença do Designer e Professor da Universidade Veiga de Almeida Antônio Roberto Barreto Antunes que deu início a essa empreitada falando sobre GESTÃO DE IDEIAS.
Sua fala começou nos fazendo refletir sobre a questão do olhar.
Onde está o nosso olhar?
Por onde vemos?
Como vemos?
As respostas vinham e novas questões iam aparecendo. Uma reflexão necessária para dar início à gestão de tantas ideias que vagavam pela nossa mente.
Pergunta: O que nos faz ver?
Resposta: O Olho.
Pergunta: O Olho?
Resposta: O ponto de vista.
Pergunta: O ponto de vista?
Resposta: Não sei...
O lugar do não saber... é aí que começa de fato nosso trabalho. No lugar que ninguém sabe e é aí que mora nosso desejo.
Como já dizia Paola Antonelli, curadora de arquitetura e design do MOMA (Museu de Arte Moderna de Nova York): “O design dá ao mundo algo que ele não sabia que sentia falta”.
O fato de não saber o que vamos fazer é o material mais rico que temos nesse momento porque nos abre possibilidades, nos permite ousar, nos tirando do lugar comum para nos colocar de frente com o novo, com a própria produção de novidade.
Potencializamos essas possibilidades pensando que cada grupo de trabalho tem em média 12 a 15 participantes e que cada tem seu 'não sei'.
Diante de tal enígma para começar foi proposta uma atividade de construção de um personagem para que ele represente o grupo diante do desafio. Através dessa construção, deixamos de nos colocar pessoalmente e passamos a nos colocar em grupo através do personagem que nos representa.
Criando o personagem
Primeira Etapa
Sexo:
Idade:
Hábito:
Metas:
Estrutura
Familiar:
Padrão
Econômico:
Estilo
de vida:
Modo
de vestir:
Valor
moral:
Suposto
retrato:
Segunda Etapa
Quais são os seus prazeres
Prazeres
fisiológicos (corpo, percepção sensorial):
Prazeres
sociais (tratamento com pessoas próximas, status sócio econômico, status
cultural, fatores inclusivos):
Prazeres
psicológicos (necessidades emocionais):
Prazeres
ideológicos (valores morais, nacionalidade e crença):
Personagem construído (ou não) foi a hora de dar voz a ele. Depois de uma extensa dinâmica chegamos apenas 3 palavras que o representava.
Próximos posts vamos apresentar a vcs cada personagem criado. Aguardem!
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